
Dans le monde, chaque annĂ©e, on dĂ©nombre prĂšs de 380âŻmillions dâaccidents du travail, entraĂźnant absences, handicaps⊠voire la mortâ: plus de 3âŻmillions de dĂ©cĂšs sont liĂ©s aux accidents du travail ou aux maladies professionnelles.
En 2024, le bilan de la SĂ©curitĂ© sociale dĂ©nombre 1â297 morts au travail ou par le travail (auxquels il faut ajouter les travailleur·ses dĂ©pendant du rĂ©gime agricole, des rĂ©gimes spĂ©ciaux, de la fonction publique, et les indĂ©pendant·es, non comptabilisé·es dans le rapport)â:
Câest un scandale national, plus de 3 morts par jour â invisibilisĂ©es ou traitĂ©es le plus souvent comme de simples faits divers.
Câest un bilan dĂ©sastreux pour le gouvernement et le patronat, qui dĂ©fendent lâentreprise comme lieu dâapprentissage tout en refusant de prendre en compte la rĂ©alitĂ© du travail et ses consĂ©quences.
Les morts Ă la suite dâune maladie professionnelle sont aussi en augmentation. Les cancers professionnels sont encore nettement sous-dĂ©clarĂ©s, et souvent non considĂ©rĂ©s comme liĂ©s Ă lâactivitĂ© professionnelle, faussant ainsi les statistiques et donc Ă terme la prĂ©vention nĂ©cessaire des risques et la rĂ©paration des prĂ©judices subis par les victimes du travail.
Ă ces morts sâajoutent des milliers dâaccidents graves occasionnant des lourdes sĂ©quelles parfois durables et entraĂźnant trop souvent un licenciement pour inaptitude.
Les morts au travail ou du fait du travail et les blessures graves ne sont jamais le fruit du hasard et sont parfaitement évitables. Elles sont trÚs souvent le résultat de choix patronaux délibérés de maximiser les profits.
Le travail dans lâurgence, le dĂ©faut de prĂ©vention de façon gĂ©nĂ©rale et dâune prĂ©vention genrĂ©e (prenant en compte les situations de travail diffĂ©renciĂ©es et les spĂ©cificitĂ©s biologiques des femmes et des hommes), les organisations du travail dĂ©lĂ©tĂšres sont parmi les facteurs aggravants des risques professionnels.
AprĂšs avoir organisĂ© la pĂ©nurie de mĂ©decins du travail, dâinspecteur·ices du travail et de contrĂŽleur·ses de la SĂ©curitĂ© sociale dans les caisses rĂ©gionales, il est temps de rĂ©investir dans ces emplois nĂ©cessaires Ă la prĂ©vention et au contrĂŽle des risques au travail.
La sĂ©curitĂ© au travail nâest pas une prioritĂ© pour les pouvoirs publics en gĂ©nĂ©ral, pour le ministĂšre de la Justice en particulier â trop de procĂšs-verbaux des inspecteur·ices du travail sont classĂ©s sans suite par les procureur·ses de la RĂ©publique, soit par manque de moyens soit par dĂ©cision politique.
Les employeur·ses condamnĂ©s comme responsables dâun accident mortel reçoivent des peines peu dissuasives, des amendes dĂ©risoires qui nâont quâun faible impact sur la prĂ©vention des risques.
Sanction dĂ©risoire Ă©galement pour la mise en Ćuvre du document unique dâĂ©valuation des risques professionnels et sa mise Ă jour rĂ©guliĂšreâ: 1â500 euros dâamende nâincitent pas les employeur·ses Ă respecter cette obligation lĂ©gale â et 50âŻ% dâentre eux ne le font pas.
Combattre les risques au travail nĂ©cessite de renforcer les moyens des agent·es de lâĂtat pour prĂ©venir les risques et contrĂŽler lâapplication de la loi.
Les gouvernements de Macron ont drastiquement limitĂ© lâintervention des reprĂ©sentant·es du personnel, et les CHSCT ont totalement disparu depuis 2020 tous secteurs confondus.
La CGT considĂšre que cette situation participe Ă lâaggravation des conditions de travail et au recul en matiĂšre de prĂ©vention des risques professionnels.
Le pouvoir dâagir des salarié·es et de leurs reprĂ©sentant·es dans les entreprises doit ĂȘtre renforcĂ©. En particulier, les CHSCT, institutions indispensables Ă la prĂ©vention des risques professionnels, doivent ĂȘtre remis en place, avec des prĂ©rogatives nouvelles, et ĂȘtre accessibles Ă tou·tes les travailleur·sesâ!
La journĂ©e internationale de la santĂ© et de la sĂ©curitĂ© au travail est lâoccasion de visibiliser les morts et blessures au travail Ă©vitables.
Pour transformer le travail et arrĂȘter cette hĂ©catombe, exigeons :

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Ce rapport met en lumiĂšre un constat essentiel : lâenvironnement psychosocial, câest-Ă -dire la maniĂšre dont le travail est conçu, organisĂ© et managĂ©, influence directement la santĂ©, la sĂ©curitĂ© et la performance des travailleurs.
Les facteurs psychosociaux (la charge de travail, la clartĂ© des rĂŽles, lâautonomie, le soutien managĂ©rial ou encore lâĂ©quitĂ© des processus) ne relĂšvent pas de simples perceptions individuelles. Lorsquâils sont dĂ©gradĂ©s, ils constituent de vĂ©ritables risques professionnels, au mĂȘme titre que les risques physiques, chimiques ou biologiques.
Face Ă ces enjeux, le rapport de lâOIT promeut une approche organisationnelle et prĂ©ventive, structurĂ©e autour de trois niveaux indissociables :
Cette approche systĂ©mique marque une Ă©volution majeure : elle invite Ă traiter les risques psychosociaux non plus comme des difficultĂ©s individuelles, mais comme des questions centrales de travail, dâorganisation du travail et de gouvernance.
Dans ce contexte, la CFDT sâinscrit pleinement dans cette dynamique. Elle portera cette vision lors du webinaire organisĂ© par lâOIT Ă lâoccasion de cette journĂ©e mondiale, en dĂ©fendant :
Au-delĂ des dispositifs de prĂ©vention, la CFDT affirme que les salariĂ©s attendent un management qui reconnait la rĂ©alitĂ© de leur travail, leur donne les moyens dâagir sur les transformations en cours, et leur permet de trouver du sens dans leur activitĂ©. Le dialogue professionnel, au plus prĂšs du terrain, est Ă ce titre un levier indispensable de santĂ© au travail.
Pour la CFDT, la prévention des risques psychosociaux passe avant tout par une amélioration concrÚte des conditions de travail et une responsabilisation des organisations.
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Comunicado da UGT â 28 de abril de 2026 | Combater os Riscos Psicossociais no Trabalho: Vamos garantir um Ambiente de Trabalho SaudĂĄvel
Neste Dia Internacional em MemĂłria dos Trabalhadores VĂtimas de Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais, 28 de abril 2026, a UGT associa-se ao movimento sindical internacional e apela a uma ação urgente para enfrentar a crise global dos riscos psicossociais no trabalho â atualmente uma das principais causas de morte, doença e sofrimento para trabalhadores e trabalhadoras, em todo o mundo.
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De acordo com dados da OIT, mais de 840 mil pessoas morrem, todos os anos, devido a problemas de saĂșde relacionados com riscos psicossociais, entre os quais se destacam as elevadas exigĂȘncias no trabalho, insegurança no emprego, longas jornadas de trabalho, desregulação de horĂĄrios, reduzidas perspetivas de progressĂŁo na carreira e o assĂ©dio no local de trabalho.
Esses riscos psicossociais encontram-se associados ao aumento da probabilidade de condiçÔes graves de saĂșde, tais como doenças cardĂacas, AVC e transtornos mentais, incluindo o suicĂdio.
O RelatĂłrio da CSI publicado no dia de hoje mostra a dimensĂŁo deste problema:
NĂŁo obstante estes riscos psicossociais nĂŁo serem novos, as atuais transformaçÔes no mundo do trabalho, incluindo a digitalização, a inteligĂȘncia artificial e o trabalho remoto operam alteraçÔes ainda mais nefastas no ambiente de trabalho psicossocial.
Os riscos psicossociais tornaram-se um dos desafios mais significativos para a Segurança e SaĂșde no Trabalho no mundo moderno do trabalho, tornando urgente melhorar o ambiente de trabalho psicossocial, por forma a proteger a saĂșde mental e fĂsica dos trabalhadores e trabalhadoras.
A UGT, ciente da necessidade de serem encetados esforços para o combate aos riscos psicossociais relacionados com o trabalho, reitera as suas reivindicaçÔes:
– Reconhecimento das condiçÔes de saĂșde mental como doenças profissionais. A UGT entende ser urgente o reconhecimento de patologias relacionadas com os riscos psicossociais, ainda nĂŁo entendidas como doenças profissionais e que tĂȘm obrigatoriamente de ser incluĂdas na atualização da Lista das Doenças Profissionais, tendo em conta que existe uma relação direta entre a exposição a riscos psicossociais no local de trabalho e as suas consequĂȘncias na saĂșde mental e fĂsica dos trabalhadores.
– Pugnar pela definição e implementação de medidas concretas que, claramente, prevejam os aspetos relacionados com a organização do trabalho e o combate aos riscos psicossociais, designadamente, a violĂȘncia, o assĂ©dio e os problemas de saĂșde mental em geral, tornando-se urgente a previsĂŁo de medidas concretas para mitigar estes impactos negativos.
– Reputamos a necessidade de se avançar para a adoção de Diretiva da UE sobre os riscos psicossociais/saĂșde mental, em consonĂąncia com a CES, que clarifique o dever dos empregadores na prevenção e no tratamento destes riscos e a sua responsabilidade na organização do trabalho, de modo a criar boas condiçÔes psicossociais para os trabalhadores.
– Pugnar por um investimento, a nĂvel nacional, em saĂșde mental. De acordo com a OMS a definição de saĂșde mental Ă© âo estado de bem-estar no qual o indivĂduo realiza as suas capacidades, pode fazer face ao stresse normal da vida, trabalhar de forma produtiva e frutĂfera e contribuir para a comunidade em que se insereâ, deve ser definida uma abordagem que vise conceber e realizar intervençÔes destinadas a promover uma boa saĂșde mental e a prevenir doenças mentais no trabalho.
– Pugnamos, ainda, pela efetiva participação dos trabalhadores e dos representantes dos trabalhadores na conceção e implementação de medidas no local de trabalho que visem combater os problemas de saĂșde mental; pela efetiva  clarificação das obrigaçÔes dos empregadores para avaliar e mitigar sistematicamente os fatores de risco psicossociais e pela obrigação de os empregadores fixarem metas para reduzir o stresse relacionado com o trabalho, pelo acesso Ă formação de todos os trabalhadores e formação especializada para os gestores prevenirem riscos psicossociais no trabalho.
– Continuar a promover a ação sindical na ĂĄrea dos riscos psicossociais (stresse laboral, burnout, depressĂŁo crĂłnica, fadiga crĂłnica, depressĂŁo e assĂ©dio, etc.), nomeadamente no que respeita Ă caraterização, identificação e anĂĄlise deste tipo de riscos, com o objetivo de habilitar os quadros sindicais para a intervenção concreta e direta nos locais de trabalho, seja atravĂ©s da ação reivindicativa, seja mediante o apoio individual aos trabalhadores afetados.
Hoje, como sempre, a UGT associa-se Ă s centenas de centrais sindicais que, em mais de 120 paĂses, estĂŁo de luto pelos seus trabalhadores vitimados mortalmente por acidentes de trabalho e doenças profissionais.
Também neste Dia, a UGT associa-se às centenas de centrais sindicais que, por todo o mundo, se erguem na luta por condiçÔes de trabalho e de vida digna para todas trabalhadoras e todos os trabalhadores.
Prestamos Hoje homenagem aos 154 trabalhadores que perderam a vida a desempenhar a sua atividade profissional, durante o ano de 2025.
Terminamos reforçando a mensagem da CSI de que neste 28 de abril, lembramos os mortos â e lutamos pelos vivos. O trabalho nĂŁo deve custar vidas.
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Deve proteger Vidas, Dignidade e SaĂșde Mental.
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Departamento de Segurança e SaĂșde no Trabalho
https://www.ugt.pt/noticias/artigo/comunicado-da-ugt-28-de-abril-de-2026-combater-os-riscos-psi/6728
Comunicado da UGT â 28 de abril de 2026 | Combater os Riscos Psicossociais no Trabalho: Vamos garantir um Ambiente de Trabalho SaudĂĄvel
Neste Dia Internacional em MemĂłria dos Trabalhadores VĂtimas de Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais, 28 de abril 2026, a UGT associa-se ao movimento sindical internacional e apela a uma ação urgente para enfrentar a crise global dos riscos psicossociais no trabalho â atualmente uma das principais causas de morte, doença e sofrimento para trabalhadores e trabalhadoras, em todo o mundo.
 De acordo com dados da OIT, mais de 840 mil pessoas morrem, todos os anos, devido a problemas de saĂșde relacionados com riscos psicossociais, entre os quais se destacam as elevadas exigĂȘncias no trabalho, insegurança no emprego, longas jornadas de trabalho, desregulação de horĂĄrios, reduzidas perspetivas de progressĂŁo na carreira e o assĂ©dio no local de trabalho.
Esses riscos psicossociais encontram-se associados ao aumento da probabilidade de condiçÔes graves de saĂșde, tais como doenças cardĂacas, AVC e transtornos mentais, incluindo o suicĂdio.
O RelatĂłrio da CSI publicado no dia de hoje mostra a dimensĂŁo deste problema:
NĂŁo obstante estes riscos psicossociais nĂŁo serem novos, as atuais transformaçÔes no mundo do trabalho, incluindo a digitalização, a inteligĂȘncia artificial e o trabalho remoto operam alteraçÔes ainda mais nefastas no ambiente de trabalho psicossocial.
Os riscos psicossociais tornaram-se um dos desafios mais significativos para a Segurança e SaĂșde no Trabalho no mundo moderno do trabalho, tornando urgente melhorar o ambiente de trabalho psicossocial, por forma a proteger a saĂșde mental e fĂsica dos trabalhadores e trabalhadoras.
A UGT, ciente da necessidade de serem encetados esforços para o combate aos riscos psicossociais relacionados com o trabalho, reitera as suas reivindicaçÔes:
– Reconhecimento das condiçÔes de saĂșde mental como doenças profissionais. A UGT entende ser urgente o reconhecimento de patologias relacionadas com os riscos psicossociais, ainda nĂŁo entendidas como doenças profissionais e que tĂȘm obrigatoriamente de ser incluĂdas na atualização da Lista das Doenças Profissionais, tendo em conta que existe uma relação direta entre a exposição a riscos psicossociais no local de trabalho e as suas consequĂȘncias na saĂșde mental e fĂsica dos trabalhadores.
– Pugnar pela definição e implementação de medidas concretas que, claramente, prevejam os aspetos relacionados com a organização do trabalho e o combate aos riscos psicossociais, designadamente, a violĂȘncia, o assĂ©dio e os problemas de saĂșde mental em geral, tornando-se urgente a previsĂŁo de medidas concretas para mitigar estes impactos negativos.
– Reputamos a necessidade de se avançar para a adoção de Diretiva da UE sobre os riscos psicossociais/saĂșde mental, em consonĂąncia com a CES, que clarifique o dever dos empregadores na prevenção e no tratamento destes riscos e a sua responsabilidade na organização do trabalho, de modo a criar boas condiçÔes psicossociais para os trabalhadores.
– Pugnar por um investimento, a nĂvel nacional, em saĂșde mental. De acordo com a OMS a definição de saĂșde mental Ă© âo estado de bem-estar no qual o indivĂduo realiza as suas capacidades, pode fazer face ao stresse normal da vida, trabalhar de forma produtiva e frutĂfera e contribuir para a comunidade em que se insereâ, deve ser definida uma abordagem que vise conceber e realizar intervençÔes destinadas a promover uma boa saĂșde mental e a prevenir doenças mentais no trabalho.
– Pugnamos, ainda, pela efetiva participação dos trabalhadores e dos representantes dos trabalhadores na conceção e implementação de medidas no local de trabalho que visem combater os problemas de saĂșde mental; pela efetiva  clarificação das obrigaçÔes dos empregadores para avaliar e mitigar sistematicamente os fatores de risco psicossociais e pela obrigação de os empregadores fixarem metas para reduzir o stresse relacionado com o trabalho, pelo acesso Ă formação de todos os trabalhadores e formação especializada para os gestores prevenirem riscos psicossociais no trabalho.
– Continuar a promover a ação sindical na ĂĄrea dos riscos psicossociais (stresse laboral, burnout, depressĂŁo crĂłnica, fadiga crĂłnica, depressĂŁo e assĂ©dio, etc.), nomeadamente no que respeita Ă caraterização, identificação e anĂĄlise deste tipo de riscos, com o objetivo de habilitar os quadros sindicais para a intervenção concreta e direta nos locais de trabalho, seja atravĂ©s da ação reivindicativa, seja mediante o apoio individual aos trabalhadores afetados.
Hoje, como sempre, a UGT associa-se Ă s centenas de centrais sindicais que, em mais de 120 paĂses, estĂŁo de luto pelos seus trabalhadores vitimados mortalmente por acidentes de trabalho e doenças profissionais.
Também neste Dia, a UGT associa-se às centenas de centrais sindicais que, por todo o mundo, se erguem na luta por condiçÔes de trabalho e de vida digna para todas trabalhadoras e todos os trabalhadores.
Prestamos Hoje homenagem aos 154 trabalhadores que perderam a vida a desempenhar a sua atividade profissional, durante o ano de 2025.
Terminamos reforçando a mensagem da CSI de que neste 28 de abril, lembramos os mortos â e lutamos pelos vivos. O trabalho nĂŁo deve custar vidas.
 Deve proteger Vidas, Dignidade e SaĂșde Mental.
 Departamento de Segurança e SaĂșde no Trabalho
https://www.ugt.pt/noticias/artigo/comunicado-da-ugt-28-de-abril-de-2026-combater-os-riscos-psi/6728
UGT conmemora el DĂa Mundial de la Seguridad y Salud en el Trabajo
El sindicato ha pedido la aceleraciĂłn del trĂĄmite parlamentario para ratificar la modificaciĂłn de la Ley de PrevenciĂłn de Riesgos Laborales aprobada hoy en el Consejo de Ministros
La UniĂłn General de Trabajadoras y Trabajadores ha celebrado, con motivo del DĂa Mundial de la Seguridad y la Salud en el Trabajo, unas jornadas bajo el nombre âEste 1Âș de Mayo, UGT exige salud. La Ley no nos protege, el Siglo XXI exige cambiosâ. En las jornadas, celebradas en AlcalĂĄ de Guadaira, Sevilla, se ha recordado a las vĂctimas de accidentes laborales y enfermedades profesionales y se ha puesto de manifiesto la necesidad de abordar cuestiones como la prevenciĂłn del suicidio en el ĂĄmbito laboral y el reconocimiento del cĂĄncer de origen laboral.Â
En la semana que se celebra el 1Âș de mayo, UGT ha querido recordar que la prevenciĂłn debe ser una pieza fundamental en la mejora de los derechos de la clase trabajadora y que urge la actualizaciĂłn de una ley de PrevenciĂłn de Riesgos Laborales, que se aprobĂł hace mĂĄs de 30 años y que, sin duda, no contempla muchos de los nuevos riesgos a los que estĂĄn expuestas las personas trabajadoras.Â
Precisamente hoy, el Consejo de Ministros ha aprobado el Anteproyecto de Ley, que recoge el acuerdo alcanzado en materia de prevenciĂłn de riesgos laborales por el Gobierno y los sindicatos para la modificaciĂłn de la actual Ley de PrevenciĂłn de Riesgos Laborales y del Reglamento de los Servicios de PrevenciĂłn. MĂĄs de 700 personas estĂĄn muriendo en accidente de trabajo cada año, y ello hacen que la actualizaciĂłn de dicha ley sea una obligaciĂłn de la sociedad en su conjunto.Â
El texto, que ahora comenzarĂĄ su trĂĄmite parlamentario, pretende adaptar la normativa a la nueva realidad del mercado de trabajo, ya que dota de perspectiva de gĂ©nero y edad a la gestiĂłn preventiva y se abordan los desafĂos que conllevan las transiciones digital, climĂĄtica y demogrĂĄfica desde un enfoque amplio e integral. A este respecto, obliga a revisar la evaluaciĂłn de riesgos en los casos de cambios en las condiciones de trabajo que supongan la apariciĂłn de nuevos riesgos, incluidos los derivados del cambio climĂĄtico, de la digitalizaciĂłn o de las nuevas formas de organizaciĂłn de trabajo. AdemĂĄs, con la modificaciĂłn de la Ley de PrevenciĂłn de Riesgos Laborales se alcanzarĂĄ una mejora en la gestiĂłn de los riesgos psicosociales de origen laboral, ya que fomenta las evaluaciones de riesgos psicosociales. Otra novedad es que la vigilancia de la salud, ademĂĄs de incluir el estado fĂsico, tambiĂ©n debe contemplar el estado mental.Â
Por otro lado, se incluye la definiciĂłn de violencia y acoso laboral en lĂnea con el C190 de la OIT, ratificado por España. En esta definiciĂłn se establece que dichas conductas pueden suceder una sola vez o de manera reiterada e incluye la realizada a travĂ©s de las nuevas tecnologĂas o por uso de algoritmos o IA. AdemĂĄs, se incluye el compromiso del Gobierno de aprobar una norma para la gestiĂłn de los riesgos psicosociales de origen laboral, como ya existe para otros riesgos.Â
Respecto a la digitalizaciĂłn, ademĂĄs, especifica que en la evaluaciĂłn de riesgos se deben incluir los factores de naturaleza organizativa, es decir, aquellos relacionadas con las condiciones de trabajo, las caracterĂsticas de la tarea y la organizaciĂłn del tiempo de trabajo, entre otros, y se incluye el derecho a la desconexiĂłn digital. Para abordar los riesgos laborales derivados del cambio climĂĄtico, el Anteproyecto de Ley establece que entre las medidas de emergencia se deben contemplar la actuaciĂłn frente a catĂĄstrofes y otros fenĂłmenos meteorolĂłgicos adversos y, ademĂĄs, se amplĂa la definiciĂłn de riego grave e inminente. Â En cuanto a los riesgos derivados de la transiciĂłn demogrĂĄfica, el texto dota de perspectiva de edad a la gestiĂłn preventiva. Esto va a permitir adaptar el trabajo a la persona. AdemĂĄs, se establecen las actividades prohibidas a menores de edad, entre los que se encuentran aquellas que impliquen exposiciĂłn a actos o representaciones de carĂĄcter pornogrĂĄfico o violento o trabajos que superen objetivamente las capacidades fĂsicas o psicolĂłgicas de los menores.
La modificaciĂłn normativa dota tambiĂ©n de perspectiva de gĂ©nero, promoviendo la eliminaciĂłn de desigualdades entre hombres y mujeres en el ĂĄmbito preventivo. AdemĂĄs, se refuerza la protecciĂłn de las mujeres embarazadas o en periodo de lactancia natural ya que, entre otros, se establece la obligaciĂłn de realizar una evaluaciĂłn especĂfica una vez comunicado el embarazo, en la que se tengan en cuenta tanto las condiciones de trabajo existentes como el estado de salud.
En cuanto a los cambios que afectan a la gestiĂłn preventiva, se elimina la posibilidad de que el empresario/a asuma personalmente la actividad preventiva en empresas de hasta 25 personas trabajadoras, reduciĂ©ndose a 10 personas en plantilla; se refuerza la figura del trabajador designado y se reduce la ratio de plantilla para que las empresas tengan obligaciĂłn de constituir un servicio de prevenciĂłn propio. TambiĂ©n se incluyen los protocolos de adaptaciĂłn al puesto de trabajo tras ausencia prolongada por motivos de salud, en los que deberĂĄn recogerse las adaptaciones que deban realizarse para la reincorporaciĂłn, asĂ como la actualizaciĂłn de la formaciĂłn preventiva en casos de ausencias superiores a 6 meses.Â
En cuanto a la formación en materia preventiva, se refuerzan tanto la presencialidad y los contenidos y se incluye la bonificación de la formación obligatoria de PRL a las empresas de menos de 10 personas trabajadoras. Para ayudar a integrar la cultura preventiva en las PYMES, se crea la figura del Agente Territorial de Prevención, con funciones en empresas que tengan menos de 10 personas trabajadoras y que no tengan representación legal de las personas trabajadoras. Ademås, se aumenta el crédito horario de los delegados y delegadas de prevención en un 20% y se reconoce el derecho a consulta sobre la elección de la Mutua y del Servicio de Prevención Ajeno.
UGT considera inaplazable que en este 2026, declarado como año de la Seguridad y Salud en el Trabajo, se apruebe la reforma de la Ley de PrevenciĂłn de Riesgos Laborales. La sociedad y la clase trabajadora lo necesita urgentemente, por lo que el sindicato pide al conjunto de fuerzas polĂticas que debatan anteponiendo la seguridad y salud de la clase trabajadora sobre otro tipo de criterios. La protecciĂłn de la salud y de la vida en el trabajo estĂĄn en riesgo. La nueva Ley debe adaptarse a los nuevos tiempos y proteger a quien cada dĂa sale a ganarse la vida.
Consulta todas las imĂĄgenes del acto
Fuente: UGT
https://www.ugt.es/ugt-conmemora-el-dia-mundial-de-la-seguridad-y-salud-en-el-trabajo
La mejora del empleo ha reducido el nĂșmero de accidentes laborales, pero la prevenciĂłn sigue siendo una asignatura pendiente
Unai Sordo y Mariano Sanz durante la presentaciĂłn del informe
Del total de accidentes laborales registrados en 2025, con baja, un 35% se produjo en una empresa que no contaba con una evaluaciĂłn de riesgos laborales. Es una de las cifras del informe âAnĂĄlisis de las estadĂsticas de accidentes de trabajo y enfermedades profesionales en España en 2025â, presentado por Comisiones Obreras este miĂ©rcoles, con motivo de la prĂłxima celebraciĂłn del DĂa Mundial de la Seguridad y Salud Laboral, el 28 de abril, que este año el sindicato conmemora con el lema âTrabajar sĂ, enfermar noâ.
Un dato que en palabras de Unai Sordo, secretario general de CCOO, es âdemoledorâ y apunta a una de las causas fundamentales de los Ăndices de siniestralidad de España: la prevenciĂłn de riesgos laborales no llega donde tiene que llegar. Sordo tambiĂ©n destacĂł, eso sĂ, que buena parte de los empleos que se estĂĄn generando en el paĂs se estĂĄn dando en ocupaciones con Ăndices de accidentabilidad menores que la media. âEsto es importanteâ, resaltĂł. âNo sĂłlo hay menos accidentes, sino que hay empleos en mejores cualificaciones y mejores ocupacionesâ, añadiĂł.
Por su parte, el secretario confederal de Salud Laboral y Medio Ambiente, Mariano Sanz, ha resaltado que efectivamente la siniestralidad no baja gracias a una mejora de la prevenciĂłn, sino al cambio de modelo que ha sufrido el mercado laboral español. âLa prevenciĂłn de riesgos laborales no estĂĄ siendo una prioridad para las empresarias y empresarios de nuestro paĂsâ, apuntĂł.
Sanz incidiĂł igualmente en la necesidad de crear un registro de empresas y trabajadores expuestos a productos quĂmicos para poder demostrar que existe una relaciĂłn de causa y efecto para reconocer las enfermedades con origen laboral; en especial, las que se refieren a afecciones oncolĂłgicas. Los datos del informe apuntan a que se ha registrado poco mĂĄs de un centenar de cĂĄnceres con origen laboral, de los cerca de 300.000 diagnĂłsticos que se produjeron en España durante 2025.
Unai Sordo hizo tambiĂ©n referencia a la incidencia de siniestralidad laboral entre los trabajadores y trabajadoras extranjeras, que en algunas nacionalidades llega a duplicar la tasa. Existen dos razones para este fenĂłmeno: porque trabajan en sectores mĂĄs vulnerables, como la construcciĂłn, y tambiĂ©n al encontrarse en una situaciĂłn de vulnerabilidad para exigir sus derechos. âEl proceso de regularizaciĂłn puede tambiĂ©n tener un efecto positivo sobre estas tasasâ, destacĂł.
Anche questâanno, il prossimo 28 aprile, si celebra la Giornata mondiale per la salute e la sicurezza sul lavoro, appuntamento al quale la Cgil partecipa con iniziative e mobilitazioni a livello nazionale e territoriale.
“Non Ăš fatalitĂ . Ă il sistema che va cambiato. La vita e la salute, fisica e mentale, delle lavoratrici e dei lavoratori va messa al centro. Basta precarietĂ , appalti selvaggi e scarsi investimenti. LE PERSONE SONO IL VALOREâ.Â
Questo lo slogan scelto dalla Confederazione per celebrare questo importante appuntamento, riprendendo, in parte il tema del benessere mentale e organizzativo, assegnato quest’anno a livello mondiale e internazionale dall’ILO, ma rilanciando anche i temi che caratterizzano l’adesione della Cgil a livello nazionale.
â Relazione della segretaria confederale della Cgil Francesca Re David allâassemblea nazionale RLS â RLST del 12 marzo 2026

âFondamentale aumentare risorse per prevenzioneâ
28/04/2026Â Sindacato. Â
Solo lo 0,4% delle risorse del Fondo Sanitario Nazionale (FSN) gestite dalle aziende sanitarie, viene destinato agli uffici dei Servizi di Prevenzione e Sicurezza negli Ambienti di Lavoro (SPSAL). Inoltre, gli SPSAL ricevono solo il 10.4 % della spesa destinata dai Livelli Essenziali di Assistenza (LEA) alla Prevenzione Collettiva e SanitĂ pubblica, di cui sono parte integrante.
Ă quanto emerge da unâanalisi a campione del Servizio Lavoro, Coesione e Territorio della Uil, svolta su 98 dei 110 Rendiconti di spesa, dellâanno 2024, delle Aziende Sanitarie, in occasione della Giornata internazionale per la salute e la sicurezza sul lavoro 2026, che prova lâinaccettabile sottofinanziamento degli SPASL. Questi uffici rappresentano lâautoritĂ pubblica che garantisce lâapplicazione reale delle tutele previste dal Testo Unico sulla Salute e Sicurezza sul Lavoro (D.lgs 81/08), attraverso tre livelli critici: il potere ispettivo e di deterrenza; monitoraggio delle malattie professionali; funzione di indirizzo e assistenza alle imprese. I dati della spesa per i SPASL, dunque â ha commentato la segretaria confederale, Ivana Veronese – sono del tutto insoddisfacenti e riflettono âil sottofinanziamentoâ del Fondo sanitario nazionale.
Ă fondamentale fare piĂč prevenzione perchĂ©, non ci stancheremo mai di ripeterlo, prevenire costa meno che curare! Serve con urgenza un aumento del Fondo Sanitario Nazionale, adeguandolo al rapporto spesa sanitaria/PIL dei Paesi Europei piĂč industrializzati, vincolando una parte dellâaumento alle misure in materia di salute e sicurezza sul lavoro.
Roma, 28 aprile 2026
https://www.uil.it/NewsSX.asp?ID_News=17272&Provenienza=1
ITM Bucharest has lost 54.9 per cent of its total labour inspectors between 2008 and 2024
28 April is World Day for Safety and Health at Work.
The International Labour Organization states that a safe and healthy working environment is built on a national culture of occupational safety and health, focused on preventing workplace accidents and occupational diseases.
The context in which we mark this day in 2026 is more serious than it first appears. An analysis developed under the Cartel ALFA +CAP project, based on the Annual Reports of the Labour Inspection, shows with precise figures how Romania has systematically weakened the very state mechanism that should guarantee workersâ rights at work: the labour inspectorate.
Figures that should alarm us
At national level, Romania lost 43 labour inspectors in a single year. Of these, 38 were from territorial labour inspectorates and 5 from the central level of the Labour Inspection.
The average annual decrease in their number is 1.5 per cent, year after year. If the national picture is worrying, the situation in Bucharest is far more severe.
Compared to 2008, Bucharest has lost 90 labour inspectors â a decrease of 54.9 per cent, equivalent to 4.9 per cent per year, consistently over 16 years. This trend does not reflect a deliberate reform or a rational reorganisation of inspection capacity.
In 2024, Bucharest lost 9 labour inspectors, representing a 10.8 per cent drop compared to the previous year.
Of the 43 labour inspectors lost nationwide, 9 were from Bucharest, accounting for 21 per cent.
AceastÄ scÄdere reflectÄ, Ăźn primul rĂąnd, efectul cumulat al blocÄrilor de posturi din sectorul public, al ieÈirilor la pensie necompensate prin angajÄri Èi al unui sistem de salarizare care nu a reuÈit sÄ facÄ din profesia de inspector de muncÄ o opÈiune atractivÄ pentru absolvenÈi calificaÈi.
Datele Rapoartelor Anuale ale InspecÈiei Muncii, corelate cu statisticile Institutului NaÈional de StatisticÄ privind efectivul salariaÈilor, scot la ivealÄ un paradox structural care ar trebui sÄ fie Ăźn centrul oricÄrei dezbateri serioase despre SSM Ăźn RomĂąnia.
Ăn timp ce numÄrul de inspectori de muncÄ din BucureÈti a scÄzut cu 54,9% faÈÄ de 2008, numÄrul de salariaÈi din capitalÄ a crescut cu 16% Ăźn acelaÈi interval de timp.
De la 17,8 inspectori la 100.000 de salariaÈi Ăźn 2008, astÄzi mai sunt doar 6,8 la 100.000 de lucrÄtori. Aproape de trei ori mai puÈini inspectori, Ăźn mai puÈin de 20 de ani.
A labour inspector today must cover a territory three times larger than that of a colleague 16 years ago â with more responsibilities, more procedures and far more complex working conditions.
If in 2008 a Bucharest inspector oversaw around 5,600 workers on average, by 2024 that figure has risen to approximately 14,700. This is not a metaphor, but reflects figures published directly by the Labour Inspection.
A national issue, not just a capital city problem
Annual Reports of the Labour Inspection, analysed by county, show that the reduction in inspector numbers has affected almost the entire country between 2010 and 2024.
The largest relative decreases are recorded in counties with growing economies â where the number of workers has increased significantly, but the number of inspectors overseeing them has moved in the opposite direction. This means that where occupational safety and health risks are more numerous and diverse, institutional inspection capacity is under the greatest pressure.
A few counties have seen increases in inspector numbers compared to 2010, but these are isolated exceptions that do not change the national picture. Overall, Romania now has a significantly smaller body of labour inspectors than it did 15 years ago.
The long-term situation does not appear to be improving, as public sector hiring remains restricted due to austerity, and public trust in inspection mechanisms is low. Highly publicised cases of inspectors involved in illegal or unethical behaviour have further reduced confidence in the institution.
Those who carry out their duties and strive to uphold occupational safety and health principles are overshadowed by these scandals, as well as by staff shortages and a lack of state vision in labour policy.
What does this mean in practice?
The shortage of labour inspectors is not an abstract organisational issue â it has direct, concrete consequences for every worker in Romania:
· Inspections are carried out less frequently.
o An inspector responsible for a far larger portfolio than a decade ago cannot check each employer as often as needed.
o Employers who break the law are therefore less likely to be caught and sanctioned â not due to lack of will, but lack of capacity.
· Accident investigations take longer.
o When a workplace incident occurs, the official investigation falls to inspectors.
o With fewer staff available, timelines are extended.
o In the period between an accident and the conclusion of the investigation, the conditions that caused it may remain unchanged, exposing other workers to the same risks.
Underreporting remains a structural problem. There are persistent concerns that many accidents go unreported or are misclassified to avoid sanctions. The informal economy, undeclared work and excessive subcontracting all contribute to this.
For example, in recent weeks tramline modernisation works have been carried out by workers without adequate protective equipment. Welding has been done without protective masks, exposing workers to toxic substances that can lead over time to serious health complications and shorter lives. Such cases often remain invisible.
A larger and better-distributed inspectorate is the only real lever to address this issue. Without it, official statistics risk consistently appearing better than the reality they reflect.
What can we do on 28 April?
28 April is not just a date in the calendar. It is a moment to recognise that improving working conditions is a collective goal, shaped by long struggles, and to reflect on how much more must be done to protect workersâ lives and health.
The Annual Reports of the Labour Inspection provide Romanian authorities with all the data needed to understand the scale of the problem. There is no excuse for ignorance.
The decline in inspector numbers has been publicly and consistently documented for over a decade. What is missing is not information, but political will to treat labour inspection as a governing priority rather than an easy budget cut.
Current demands to address the issue are clear:
· unblocking vacant posts;
· creating salary conditions that attract and retain qualified inspectors;
· establishing genuine social dialogue on OSH policies â not formal consultation, but real negotiation with trade unions playing a decision-making role.
Moreover, simply hiring more inspectors will not solve the problem if their professional training remains inadequate. Alongside increasing staff numbers, rebuilding public trust in the authority is essential.
An eroded labour inspectorate cannot fulfil this role, and the data from the Annual Reports confirm it. What we do with this information depends on us.
Analiza Cartel ALFAÂ đ
AnalizÄ Cartel ALFA – InspecÈia Muncii +…