
Dans le monde, chaque annĂ©e, on dĂ©nombre prĂšs de 380âŻmillions dâaccidents du travail, entraĂźnant absences, handicaps⊠voire la mortâ: plus de 3âŻmillions de dĂ©cĂšs sont liĂ©s aux accidents du travail ou aux maladies professionnelles.
En 2024, le bilan de la SĂ©curitĂ© sociale dĂ©nombre 1â297 morts au travail ou par le travail (auxquels il faut ajouter les travailleur·ses dĂ©pendant du rĂ©gime agricole, des rĂ©gimes spĂ©ciaux, de la fonction publique, et les indĂ©pendant·es, non comptabilisé·es dans le rapport)â:
Câest un scandale national, plus de 3 morts par jour â invisibilisĂ©es ou traitĂ©es le plus souvent comme de simples faits divers.
Câest un bilan dĂ©sastreux pour le gouvernement et le patronat, qui dĂ©fendent lâentreprise comme lieu dâapprentissage tout en refusant de prendre en compte la rĂ©alitĂ© du travail et ses consĂ©quences.
Les morts Ă la suite dâune maladie professionnelle sont aussi en augmentation. Les cancers professionnels sont encore nettement sous-dĂ©clarĂ©s, et souvent non considĂ©rĂ©s comme liĂ©s Ă lâactivitĂ© professionnelle, faussant ainsi les statistiques et donc Ă terme la prĂ©vention nĂ©cessaire des risques et la rĂ©paration des prĂ©judices subis par les victimes du travail.
Ă ces morts sâajoutent des milliers dâaccidents graves occasionnant des lourdes sĂ©quelles parfois durables et entraĂźnant trop souvent un licenciement pour inaptitude.
Les morts au travail ou du fait du travail et les blessures graves ne sont jamais le fruit du hasard et sont parfaitement évitables. Elles sont trÚs souvent le résultat de choix patronaux délibérés de maximiser les profits.
Le travail dans lâurgence, le dĂ©faut de prĂ©vention de façon gĂ©nĂ©rale et dâune prĂ©vention genrĂ©e (prenant en compte les situations de travail diffĂ©renciĂ©es et les spĂ©cificitĂ©s biologiques des femmes et des hommes), les organisations du travail dĂ©lĂ©tĂšres sont parmi les facteurs aggravants des risques professionnels.
AprĂšs avoir organisĂ© la pĂ©nurie de mĂ©decins du travail, dâinspecteur·ices du travail et de contrĂŽleur·ses de la SĂ©curitĂ© sociale dans les caisses rĂ©gionales, il est temps de rĂ©investir dans ces emplois nĂ©cessaires Ă la prĂ©vention et au contrĂŽle des risques au travail.
La sĂ©curitĂ© au travail nâest pas une prioritĂ© pour les pouvoirs publics en gĂ©nĂ©ral, pour le ministĂšre de la Justice en particulier â trop de procĂšs-verbaux des inspecteur·ices du travail sont classĂ©s sans suite par les procureur·ses de la RĂ©publique, soit par manque de moyens soit par dĂ©cision politique.
Les employeur·ses condamnĂ©s comme responsables dâun accident mortel reçoivent des peines peu dissuasives, des amendes dĂ©risoires qui nâont quâun faible impact sur la prĂ©vention des risques.
Sanction dĂ©risoire Ă©galement pour la mise en Ćuvre du document unique dâĂ©valuation des risques professionnels et sa mise Ă jour rĂ©guliĂšreâ: 1â500 euros dâamende nâincitent pas les employeur·ses Ă respecter cette obligation lĂ©gale â et 50âŻ% dâentre eux ne le font pas.
Combattre les risques au travail nĂ©cessite de renforcer les moyens des agent·es de lâĂtat pour prĂ©venir les risques et contrĂŽler lâapplication de la loi.
Les gouvernements de Macron ont drastiquement limitĂ© lâintervention des reprĂ©sentant·es du personnel, et les CHSCT ont totalement disparu depuis 2020 tous secteurs confondus.
La CGT considĂšre que cette situation participe Ă lâaggravation des conditions de travail et au recul en matiĂšre de prĂ©vention des risques professionnels.
Le pouvoir dâagir des salarié·es et de leurs reprĂ©sentant·es dans les entreprises doit ĂȘtre renforcĂ©. En particulier, les CHSCT, institutions indispensables Ă la prĂ©vention des risques professionnels, doivent ĂȘtre remis en place, avec des prĂ©rogatives nouvelles, et ĂȘtre accessibles Ă tou·tes les travailleur·sesâ!
La journĂ©e internationale de la santĂ© et de la sĂ©curitĂ© au travail est lâoccasion de visibiliser les morts et blessures au travail Ă©vitables.
Pour transformer le travail et arrĂȘter cette hĂ©catombe, exigeons :

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Ce rapport met en lumiĂšre un constat essentiel : lâenvironnement psychosocial, câest-Ă -dire la maniĂšre dont le travail est conçu, organisĂ© et managĂ©, influence directement la santĂ©, la sĂ©curitĂ© et la performance des travailleurs.
Les facteurs psychosociaux (la charge de travail, la clartĂ© des rĂŽles, lâautonomie, le soutien managĂ©rial ou encore lâĂ©quitĂ© des processus) ne relĂšvent pas de simples perceptions individuelles. Lorsquâils sont dĂ©gradĂ©s, ils constituent de vĂ©ritables risques professionnels, au mĂȘme titre que les risques physiques, chimiques ou biologiques.
Face Ă ces enjeux, le rapport de lâOIT promeut une approche organisationnelle et prĂ©ventive, structurĂ©e autour de trois niveaux indissociables :
Cette approche systĂ©mique marque une Ă©volution majeure : elle invite Ă traiter les risques psychosociaux non plus comme des difficultĂ©s individuelles, mais comme des questions centrales de travail, dâorganisation du travail et de gouvernance.
Dans ce contexte, la CFDT sâinscrit pleinement dans cette dynamique. Elle portera cette vision lors du webinaire organisĂ© par lâOIT Ă lâoccasion de cette journĂ©e mondiale, en dĂ©fendant :
Au-delĂ des dispositifs de prĂ©vention, la CFDT affirme que les salariĂ©s attendent un management qui reconnait la rĂ©alitĂ© de leur travail, leur donne les moyens dâagir sur les transformations en cours, et leur permet de trouver du sens dans leur activitĂ©. Le dialogue professionnel, au plus prĂšs du terrain, est Ă ce titre un levier indispensable de santĂ© au travail.
Pour la CFDT, la prévention des risques psychosociaux passe avant tout par une amélioration concrÚte des conditions de travail et une responsabilisation des organisations.
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Comunicado da UGT â 28 de abril de 2026 | Combater os Riscos Psicossociais no Trabalho: Vamos garantir um Ambiente de Trabalho SaudĂĄvel
Neste Dia Internacional em MemĂłria dos Trabalhadores VĂtimas de Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais, 28 de abril 2026, a UGT associa-se ao movimento sindical internacional e apela a uma ação urgente para enfrentar a crise global dos riscos psicossociais no trabalho â atualmente uma das principais causas de morte, doença e sofrimento para trabalhadores e trabalhadoras, em todo o mundo.
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De acordo com dados da OIT, mais de 840 mil pessoas morrem, todos os anos, devido a problemas de saĂșde relacionados com riscos psicossociais, entre os quais se destacam as elevadas exigĂȘncias no trabalho, insegurança no emprego, longas jornadas de trabalho, desregulação de horĂĄrios, reduzidas perspetivas de progressĂŁo na carreira e o assĂ©dio no local de trabalho.
Esses riscos psicossociais encontram-se associados ao aumento da probabilidade de condiçÔes graves de saĂșde, tais como doenças cardĂacas, AVC e transtornos mentais, incluindo o suicĂdio.
O RelatĂłrio da CSI publicado no dia de hoje mostra a dimensĂŁo deste problema:
NĂŁo obstante estes riscos psicossociais nĂŁo serem novos, as atuais transformaçÔes no mundo do trabalho, incluindo a digitalização, a inteligĂȘncia artificial e o trabalho remoto operam alteraçÔes ainda mais nefastas no ambiente de trabalho psicossocial.
Os riscos psicossociais tornaram-se um dos desafios mais significativos para a Segurança e SaĂșde no Trabalho no mundo moderno do trabalho, tornando urgente melhorar o ambiente de trabalho psicossocial, por forma a proteger a saĂșde mental e fĂsica dos trabalhadores e trabalhadoras.
A UGT, ciente da necessidade de serem encetados esforços para o combate aos riscos psicossociais relacionados com o trabalho, reitera as suas reivindicaçÔes:
– Reconhecimento das condiçÔes de saĂșde mental como doenças profissionais. A UGT entende ser urgente o reconhecimento de patologias relacionadas com os riscos psicossociais, ainda nĂŁo entendidas como doenças profissionais e que tĂȘm obrigatoriamente de ser incluĂdas na atualização da Lista das Doenças Profissionais, tendo em conta que existe uma relação direta entre a exposição a riscos psicossociais no local de trabalho e as suas consequĂȘncias na saĂșde mental e fĂsica dos trabalhadores.
– Pugnar pela definição e implementação de medidas concretas que, claramente, prevejam os aspetos relacionados com a organização do trabalho e o combate aos riscos psicossociais, designadamente, a violĂȘncia, o assĂ©dio e os problemas de saĂșde mental em geral, tornando-se urgente a previsĂŁo de medidas concretas para mitigar estes impactos negativos.
– Reputamos a necessidade de se avançar para a adoção de Diretiva da UE sobre os riscos psicossociais/saĂșde mental, em consonĂąncia com a CES, que clarifique o dever dos empregadores na prevenção e no tratamento destes riscos e a sua responsabilidade na organização do trabalho, de modo a criar boas condiçÔes psicossociais para os trabalhadores.
– Pugnar por um investimento, a nĂvel nacional, em saĂșde mental. De acordo com a OMS a definição de saĂșde mental Ă© âo estado de bem-estar no qual o indivĂduo realiza as suas capacidades, pode fazer face ao stresse normal da vida, trabalhar de forma produtiva e frutĂfera e contribuir para a comunidade em que se insereâ, deve ser definida uma abordagem que vise conceber e realizar intervençÔes destinadas a promover uma boa saĂșde mental e a prevenir doenças mentais no trabalho.
– Pugnamos, ainda, pela efetiva participação dos trabalhadores e dos representantes dos trabalhadores na conceção e implementação de medidas no local de trabalho que visem combater os problemas de saĂșde mental; pela efetiva  clarificação das obrigaçÔes dos empregadores para avaliar e mitigar sistematicamente os fatores de risco psicossociais e pela obrigação de os empregadores fixarem metas para reduzir o stresse relacionado com o trabalho, pelo acesso Ă formação de todos os trabalhadores e formação especializada para os gestores prevenirem riscos psicossociais no trabalho.
– Continuar a promover a ação sindical na ĂĄrea dos riscos psicossociais (stresse laboral, burnout, depressĂŁo crĂłnica, fadiga crĂłnica, depressĂŁo e assĂ©dio, etc.), nomeadamente no que respeita Ă caraterização, identificação e anĂĄlise deste tipo de riscos, com o objetivo de habilitar os quadros sindicais para a intervenção concreta e direta nos locais de trabalho, seja atravĂ©s da ação reivindicativa, seja mediante o apoio individual aos trabalhadores afetados.
Hoje, como sempre, a UGT associa-se Ă s centenas de centrais sindicais que, em mais de 120 paĂses, estĂŁo de luto pelos seus trabalhadores vitimados mortalmente por acidentes de trabalho e doenças profissionais.
Também neste Dia, a UGT associa-se às centenas de centrais sindicais que, por todo o mundo, se erguem na luta por condiçÔes de trabalho e de vida digna para todas trabalhadoras e todos os trabalhadores.
Prestamos Hoje homenagem aos 154 trabalhadores que perderam a vida a desempenhar a sua atividade profissional, durante o ano de 2025.
Terminamos reforçando a mensagem da CSI de que neste 28 de abril, lembramos os mortos â e lutamos pelos vivos. O trabalho nĂŁo deve custar vidas.
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Deve proteger Vidas, Dignidade e SaĂșde Mental.
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Departamento de Segurança e SaĂșde no Trabalho
https://www.ugt.pt/noticias/artigo/comunicado-da-ugt-28-de-abril-de-2026-combater-os-riscos-psi/6728
Comunicado da UGT â 28 de abril de 2026 | Combater os Riscos Psicossociais no Trabalho: Vamos garantir um Ambiente de Trabalho SaudĂĄvel
Neste Dia Internacional em MemĂłria dos Trabalhadores VĂtimas de Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais, 28 de abril 2026, a UGT associa-se ao movimento sindical internacional e apela a uma ação urgente para enfrentar a crise global dos riscos psicossociais no trabalho â atualmente uma das principais causas de morte, doença e sofrimento para trabalhadores e trabalhadoras, em todo o mundo.
 De acordo com dados da OIT, mais de 840 mil pessoas morrem, todos os anos, devido a problemas de saĂșde relacionados com riscos psicossociais, entre os quais se destacam as elevadas exigĂȘncias no trabalho, insegurança no emprego, longas jornadas de trabalho, desregulação de horĂĄrios, reduzidas perspetivas de progressĂŁo na carreira e o assĂ©dio no local de trabalho.
Esses riscos psicossociais encontram-se associados ao aumento da probabilidade de condiçÔes graves de saĂșde, tais como doenças cardĂacas, AVC e transtornos mentais, incluindo o suicĂdio.
O RelatĂłrio da CSI publicado no dia de hoje mostra a dimensĂŁo deste problema:
NĂŁo obstante estes riscos psicossociais nĂŁo serem novos, as atuais transformaçÔes no mundo do trabalho, incluindo a digitalização, a inteligĂȘncia artificial e o trabalho remoto operam alteraçÔes ainda mais nefastas no ambiente de trabalho psicossocial.
Os riscos psicossociais tornaram-se um dos desafios mais significativos para a Segurança e SaĂșde no Trabalho no mundo moderno do trabalho, tornando urgente melhorar o ambiente de trabalho psicossocial, por forma a proteger a saĂșde mental e fĂsica dos trabalhadores e trabalhadoras.
A UGT, ciente da necessidade de serem encetados esforços para o combate aos riscos psicossociais relacionados com o trabalho, reitera as suas reivindicaçÔes:
– Reconhecimento das condiçÔes de saĂșde mental como doenças profissionais. A UGT entende ser urgente o reconhecimento de patologias relacionadas com os riscos psicossociais, ainda nĂŁo entendidas como doenças profissionais e que tĂȘm obrigatoriamente de ser incluĂdas na atualização da Lista das Doenças Profissionais, tendo em conta que existe uma relação direta entre a exposição a riscos psicossociais no local de trabalho e as suas consequĂȘncias na saĂșde mental e fĂsica dos trabalhadores.
– Pugnar pela definição e implementação de medidas concretas que, claramente, prevejam os aspetos relacionados com a organização do trabalho e o combate aos riscos psicossociais, designadamente, a violĂȘncia, o assĂ©dio e os problemas de saĂșde mental em geral, tornando-se urgente a previsĂŁo de medidas concretas para mitigar estes impactos negativos.
– Reputamos a necessidade de se avançar para a adoção de Diretiva da UE sobre os riscos psicossociais/saĂșde mental, em consonĂąncia com a CES, que clarifique o dever dos empregadores na prevenção e no tratamento destes riscos e a sua responsabilidade na organização do trabalho, de modo a criar boas condiçÔes psicossociais para os trabalhadores.
– Pugnar por um investimento, a nĂvel nacional, em saĂșde mental. De acordo com a OMS a definição de saĂșde mental Ă© âo estado de bem-estar no qual o indivĂduo realiza as suas capacidades, pode fazer face ao stresse normal da vida, trabalhar de forma produtiva e frutĂfera e contribuir para a comunidade em que se insereâ, deve ser definida uma abordagem que vise conceber e realizar intervençÔes destinadas a promover uma boa saĂșde mental e a prevenir doenças mentais no trabalho.
– Pugnamos, ainda, pela efetiva participação dos trabalhadores e dos representantes dos trabalhadores na conceção e implementação de medidas no local de trabalho que visem combater os problemas de saĂșde mental; pela efetiva  clarificação das obrigaçÔes dos empregadores para avaliar e mitigar sistematicamente os fatores de risco psicossociais e pela obrigação de os empregadores fixarem metas para reduzir o stresse relacionado com o trabalho, pelo acesso Ă formação de todos os trabalhadores e formação especializada para os gestores prevenirem riscos psicossociais no trabalho.
– Continuar a promover a ação sindical na ĂĄrea dos riscos psicossociais (stresse laboral, burnout, depressĂŁo crĂłnica, fadiga crĂłnica, depressĂŁo e assĂ©dio, etc.), nomeadamente no que respeita Ă caraterização, identificação e anĂĄlise deste tipo de riscos, com o objetivo de habilitar os quadros sindicais para a intervenção concreta e direta nos locais de trabalho, seja atravĂ©s da ação reivindicativa, seja mediante o apoio individual aos trabalhadores afetados.
Hoje, como sempre, a UGT associa-se Ă s centenas de centrais sindicais que, em mais de 120 paĂses, estĂŁo de luto pelos seus trabalhadores vitimados mortalmente por acidentes de trabalho e doenças profissionais.
Também neste Dia, a UGT associa-se às centenas de centrais sindicais que, por todo o mundo, se erguem na luta por condiçÔes de trabalho e de vida digna para todas trabalhadoras e todos os trabalhadores.
Prestamos Hoje homenagem aos 154 trabalhadores que perderam a vida a desempenhar a sua atividade profissional, durante o ano de 2025.
Terminamos reforçando a mensagem da CSI de que neste 28 de abril, lembramos os mortos â e lutamos pelos vivos. O trabalho nĂŁo deve custar vidas.
 Deve proteger Vidas, Dignidade e SaĂșde Mental.
 Departamento de Segurança e SaĂșde no Trabalho
https://www.ugt.pt/noticias/artigo/comunicado-da-ugt-28-de-abril-de-2026-combater-os-riscos-psi/6728
Anche questâanno, il prossimo 28 aprile, si celebra la Giornata mondiale per la salute e la sicurezza sul lavoro, appuntamento al quale la Cgil partecipa con iniziative e mobilitazioni a livello nazionale e territoriale.
“Non Ăš fatalitĂ . Ă il sistema che va cambiato. La vita e la salute, fisica e mentale, delle lavoratrici e dei lavoratori va messa al centro. Basta precarietĂ , appalti selvaggi e scarsi investimenti. LE PERSONE SONO IL VALOREâ.Â
Questo lo slogan scelto dalla Confederazione per celebrare questo importante appuntamento, riprendendo, in parte il tema del benessere mentale e organizzativo, assegnato quest’anno a livello mondiale e internazionale dall’ILO, ma rilanciando anche i temi che caratterizzano l’adesione della Cgil a livello nazionale.
â Relazione della segretaria confederale della Cgil Francesca Re David allâassemblea nazionale RLS â RLST del 12 marzo 2026

ITM Bucharest has lost 54.9 per cent of its total labour inspectors between 2008 and 2024
28 April is World Day for Safety and Health at Work.
The International Labour Organization states that a safe and healthy working environment is built on a national culture of occupational safety and health, focused on preventing workplace accidents and occupational diseases.
The context in which we mark this day in 2026 is more serious than it first appears. An analysis developed under the Cartel ALFA +CAP project, based on the Annual Reports of the Labour Inspection, shows with precise figures how Romania has systematically weakened the very state mechanism that should guarantee workersâ rights at work: the labour inspectorate.
Figures that should alarm us
At national level, Romania lost 43 labour inspectors in a single year. Of these, 38 were from territorial labour inspectorates and 5 from the central level of the Labour Inspection.
The average annual decrease in their number is 1.5 per cent, year after year. If the national picture is worrying, the situation in Bucharest is far more severe.
Compared to 2008, Bucharest has lost 90 labour inspectors â a decrease of 54.9 per cent, equivalent to 4.9 per cent per year, consistently over 16 years. This trend does not reflect a deliberate reform or a rational reorganisation of inspection capacity.
In 2024, Bucharest lost 9 labour inspectors, representing a 10.8 per cent drop compared to the previous year.
Of the 43 labour inspectors lost nationwide, 9 were from Bucharest, accounting for 21 per cent.
AceastÄ scÄdere reflectÄ, Ăźn primul rĂąnd, efectul cumulat al blocÄrilor de posturi din sectorul public, al ieÈirilor la pensie necompensate prin angajÄri Èi al unui sistem de salarizare care nu a reuÈit sÄ facÄ din profesia de inspector de muncÄ o opÈiune atractivÄ pentru absolvenÈi calificaÈi.
Datele Rapoartelor Anuale ale InspecÈiei Muncii, corelate cu statisticile Institutului NaÈional de StatisticÄ privind efectivul salariaÈilor, scot la ivealÄ un paradox structural care ar trebui sÄ fie Ăźn centrul oricÄrei dezbateri serioase despre SSM Ăźn RomĂąnia.
Ăn timp ce numÄrul de inspectori de muncÄ din BucureÈti a scÄzut cu 54,9% faÈÄ de 2008, numÄrul de salariaÈi din capitalÄ a crescut cu 16% Ăźn acelaÈi interval de timp.
De la 17,8 inspectori la 100.000 de salariaÈi Ăźn 2008, astÄzi mai sunt doar 6,8 la 100.000 de lucrÄtori. Aproape de trei ori mai puÈini inspectori, Ăźn mai puÈin de 20 de ani.
A labour inspector today must cover a territory three times larger than that of a colleague 16 years ago â with more responsibilities, more procedures and far more complex working conditions.
If in 2008 a Bucharest inspector oversaw around 5,600 workers on average, by 2024 that figure has risen to approximately 14,700. This is not a metaphor, but reflects figures published directly by the Labour Inspection.
A national issue, not just a capital city problem
Annual Reports of the Labour Inspection, analysed by county, show that the reduction in inspector numbers has affected almost the entire country between 2010 and 2024.
The largest relative decreases are recorded in counties with growing economies â where the number of workers has increased significantly, but the number of inspectors overseeing them has moved in the opposite direction. This means that where occupational safety and health risks are more numerous and diverse, institutional inspection capacity is under the greatest pressure.
A few counties have seen increases in inspector numbers compared to 2010, but these are isolated exceptions that do not change the national picture. Overall, Romania now has a significantly smaller body of labour inspectors than it did 15 years ago.
The long-term situation does not appear to be improving, as public sector hiring remains restricted due to austerity, and public trust in inspection mechanisms is low. Highly publicised cases of inspectors involved in illegal or unethical behaviour have further reduced confidence in the institution.
Those who carry out their duties and strive to uphold occupational safety and health principles are overshadowed by these scandals, as well as by staff shortages and a lack of state vision in labour policy.
What does this mean in practice?
The shortage of labour inspectors is not an abstract organisational issue â it has direct, concrete consequences for every worker in Romania:
· Inspections are carried out less frequently.
o An inspector responsible for a far larger portfolio than a decade ago cannot check each employer as often as needed.
o Employers who break the law are therefore less likely to be caught and sanctioned â not due to lack of will, but lack of capacity.
· Accident investigations take longer.
o When a workplace incident occurs, the official investigation falls to inspectors.
o With fewer staff available, timelines are extended.
o In the period between an accident and the conclusion of the investigation, the conditions that caused it may remain unchanged, exposing other workers to the same risks.
Underreporting remains a structural problem. There are persistent concerns that many accidents go unreported or are misclassified to avoid sanctions. The informal economy, undeclared work and excessive subcontracting all contribute to this.
For example, in recent weeks tramline modernisation works have been carried out by workers without adequate protective equipment. Welding has been done without protective masks, exposing workers to toxic substances that can lead over time to serious health complications and shorter lives. Such cases often remain invisible.
A larger and better-distributed inspectorate is the only real lever to address this issue. Without it, official statistics risk consistently appearing better than the reality they reflect.
What can we do on 28 April?
28 April is not just a date in the calendar. It is a moment to recognise that improving working conditions is a collective goal, shaped by long struggles, and to reflect on how much more must be done to protect workersâ lives and health.
The Annual Reports of the Labour Inspection provide Romanian authorities with all the data needed to understand the scale of the problem. There is no excuse for ignorance.
The decline in inspector numbers has been publicly and consistently documented for over a decade. What is missing is not information, but political will to treat labour inspection as a governing priority rather than an easy budget cut.
Current demands to address the issue are clear:
· unblocking vacant posts;
· creating salary conditions that attract and retain qualified inspectors;
· establishing genuine social dialogue on OSH policies â not formal consultation, but real negotiation with trade unions playing a decision-making role.
Moreover, simply hiring more inspectors will not solve the problem if their professional training remains inadequate. Alongside increasing staff numbers, rebuilding public trust in the authority is essential.
An eroded labour inspectorate cannot fulfil this role, and the data from the Annual Reports confirm it. What we do with this information depends on us.
Analiza Cartel ALFAÂ đ
AnalizÄ Cartel ALFA – InspecÈia Muncii +…