Category Archives: 2018

USA: One California worker is killed every day

 

Worksafe Releases Report for Workers Memorial Day 2018

Link to report: http://bit.ly/DyingAtWork2018

OAKLAND, April 27, 2018 – 376 workers were killed on the job in California in 2016, approximately one per day. This and other findings are included in a report released today by Worksafe, an Oakland-based worker health and safety organization, to commemorate Workers Memorial Day 2018, an international day of remembrance for workers who have been killed and injured at work.

“We need stronger laws, more robust enforcement, and genuine worker participation to reach the goal of zero worker deaths,” says Worksafe Managing Attorney, Jora Trang. “California’s historic role as a worker health and safety innovator is more important than ever given the Trump Administration’s anti-regulation agenda and anti-immigrant policies.”

Dying at Work in California is Worksafe’s 7th annual report on the state of safety and health protections for California workers. The report provides information on fatalities from 2016 and highlights four special issue areas: workplace violence, temporary workers, wildfire response and relief,  and immigrant workers. It also includes a partial list of workers who died at work in 2017 as well as a profiles of several of these workers.

The report shows that while nationally, worker fatalities are higher than they have been in nearly a decade, California has one of the lowest occupational fatality rates in the country.  California’s occupational fatality rate is 2.2 deaths per 100,000 workers, which is below the national average of 3.6 deaths per 100,000 full-time workers. The report cautions, however, that occupational injuries, illnesses, and fatalities are chronically undercounted due to employer failure to document injuries, workers not reporting injuries due to fear of retaliation, and the failure to include injuries and illnesses that develop over time.

Alarmingly, workplace violence is the second-leading cause of workplace death in California, accounting for 20 percent of all workplace deaths. 46 of these 77 deaths were homicides and 25 were suicides.

The issue of workplace violence will be highlighted at a Workers Memorial Day Event where the report will be launched. The event will be held in downtown Oakland at the Asian Cultural Center, 388 9th Street, Room 4/5 on Friday, April 27th at 12:00pm. Speakers from Cal/OSHA and OSHA, labor organizations, and community groups will share current efforts to protect workers and their families from gun violence and physical assaults, as well as sexual harassment and sexual violence.

Transportation, material moving occupations, and construction and extraction occupations continue to be the most dangerous jobs with more fatalities than other occupations with 109 transportation workers killed and 54 construction workers killed in 2016. Latinx workers continue to be at high risk for workplace death. In 2016, 148 Latinx workers were killed on the job, making up 39 percent of total fatalities.

Nationwide, 14 people are killed on the job each day and worker fatalities are higher than they have been in nearly a decade with an alarming number of Latinx and immigrant worker deaths.

For more information, contact:

Jora Trang, Managing Attorney, Worksafe

jtrang@worksafe.org | 510.922.8719

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Worksafe is a California-based nonprofit organization dedicated to protecting people from job-related hazards and empowering them to advocate for the right to a safe and healthy workplace. For more information, visit www.worksafe.org.

Brazil: 28 de abril – Dia mundial em memória às vitimas de acidented e doenças do trabalho

Via  Isamar Escalona CSA-CSI

 

Companheiras e companheiros, os agravos à saúde e segurança no trabalho tem se intensificado por diversas razões: Desmonte do SUS – e o desmonte de suas politicas de prevenção/atenção e vigilância, com a redução gradativa e perversa do financiamento através da EC 95.  A desestruturação do Ministério do Trabalho e de seu quadro de auditores fiscais, a falta de investimento na FUNDACENTRO, entre outros.

A terceirização e a contra reforma trabalhista colocando na vitrine o golpe imposto aos trabalhadores e seus direitos. Enfim, situações que todas e todos estamos lutando contra.

Cientes e conscientes desta nossa luta, mais uma vez a UGT traz o Dia Mundial em Memória às Vitimas de Acidentes e Doenças do Trabalho como bandeira para conscientização da população brasileira. Anexo material em pdf que se possível pedimos aos companheiros que divulguem em seus sites e demais informativos junto a classe trabalhadora.

Agradecemos o empenho e a competência de todas e todos!

Cleonice Caetano Souza

Secretária Nacional de Saúde e Segurança no Trabalho

www.ugt.org.br

**As centrais reunidas no Fórum Nacional de STT, farão um seminário alusivo ao dia 28, no DIEESE, convite anexo e no final da mensagem. Mesmo sabendo que no mesmo dia  teremos nosso grande seminário de nossa UGT, socializamos para os companheirxs também divulgarem em vossas redes. Grata, Cléo

 

PELO FIM DAS MORTES DO TRABALHO!

Trabalhar sim! Adoecer não!

UM DIA DE LUTA, MAS TAMBÉM DE LUTO!!!

28 DE ABRIL – DIA MUNDIAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DE ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO

Um dia de reflexão, para cada um de nós presentes, trabalhadores e trabalhadoras que somos, nos colocarmos como responsáveis pelo número de mortos no trabalho.

É duro isto, mas é a verdade! Desculpem-nos alguns…

O movimento sindical e social conta com as ferramentas e instrumentos que a Democracia proporciona. Conquistadas com muita luta. Cada um de nós sabe do seu papel e legitimidade concedida, a nós, por nós trabalhadoras e trabalhadores brasileiros (as). Que haja conscientização disto – todo dia – cada vez mais para o cumprimento deste nosso papel, deste nosso dever, desta nossa honra!

E por falar em honra, hoje é o dia de honrar os (as) mortos (as), os (as) adoecidos (as), os (as) acidentados (as), enfim, e principalmente nossas famílias enlutadas! Todos nós somos vitimas e adoecidos pelo trabalho. Ou não? Todos nós temos direito a esta lembrança e homenagem também! Não por sermos vitimas apenas, mas lembrados e honrados por lutarmos historicamente para eliminação desta praga. Por sermos cidadãos e cidadãs engajados (as) na defesa do trabalhador e da trabalhadora.

Descaso com os números e com a vida humana. O QUE ISTO ME DIZ RESPEITO? O QUE EU TENHO A VER COM ISTO? DESCASO! Isto também é uma praga que devemos erradicar de nossa sociedade.

Temos nos Ministérios da Saúde; do Trabalho e Emprego e na Previdência Social grandes instrumentos com prerrogativa de ‘aliados nossos’. ‘Talvez os maiores’ no poder público para a promoção da saúde do trabalhador e da trabalhadora. Fazem a sua parte? Existe descaso nas ações?

Prestemos atenção. Quantas mortes mais terão que acontecer, quantas doenças novas terão que surgir para prestarmos atenção ao nosso redor? Humanizarmos as relações de trabalho pode evitar mortes, adoecimentos e o sofrimento de todos e todas. Sermos mais ‘humanizados’ pode trazer muita luz para nossa luta. Colocarmo-nos no lugar do outro com certeza nos fará mudar nosso olhar sobre a prevenção, precaução e assistência aos acidentados (as): “FIM AS MORTES DO TRABALHO”.

Os números são impressionantes: vidas ceifadas por minuto; 5 mil por dia no mundo (OIT). A cada ano acidentes não mortais totalizam 317 milhões de vítimas. No Brasil, são 4 mil mortes por ano (CLT). Mas o trabalho não envolve somente o risco de acidentes, mas também o de doenças. No mundo, são 160 milhões de pessoas que sofrem com doenças profissionais e 2,02 milhões de pessoas que morrem a cada ano devido a enfermidades relacionadas com o trabalho (OIT).

O tempo de leitura deste texto – alguns minutos apenas – será suficiente para ceifar quantas vidas? Façamos as contas: 05 minutos x 03 mortes = 15 (quinze) trabalhadores e trabalhadoras que perderam a vida para produzir; vender; beneficiar, enriquecer… O que? Para quem?

Deixamos aqui nossos questionamentos e sinceramente, mesmo sabendo de vossas lutas e valorizando a cada um (a) de vocês presentes nesta oportunidade de reflexão e conhecimento, pedimos a todos e todas que reflitamos juntos para a erradicação do adoecimento, acidentes e mortes do trabalho.

Cleonice Caetano Souza

Secretária Nacional de Saúde e Segurança no Trabalho

Histórico: O MOVIMENTO ABRIL VERDE – TODOS JUNTOS PELA SAÚDE DO TRABALHADOR

O Movimento Abril Verde nasce com a proposta: Relembrar um marco na história que impressiona. Em 1969 uma terrível explosão aconteceu em uma mina nos Estados Unidos. Foram 78 trabalhadores mortos. Era o dia 28 de abril.

Chamar a atenção da sociedade: São 3 vidas por minuto que são perdidas em acidentes de trabalho pelo mundo, 5 mil por dia (números da OIT, relatório de 2013).

A cada ano, acidentes não mortais totalizam 317 milhões e as vítimas de acidentes de trabalho somam 270 milhões, segundo o mesmo relatório, – isto equivale a mais de 2.800 Maracanãs lotados ou quase 24 cidades de São Paulo. No Brasil, são 4 mil mortes por ano. Os dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) colocam o Brasil como 4º colocado no ranking mundial de acidentes fatais de trabalho.

Mas o trabalho não envolve o risco somente de acidentes, mas também o de doenças. No mundo, são 160 milhões de pessoas que sofrem com doenças profissionais e 2,02 milhões de pessoas que morrem a cada ano devido a enfermidades relacionadas com o trabalho (OIT). Neste panorama, a cada 15 segundos, um trabalhados morre por conta de uma doença relacionada ao trabalho.

Clique aqui e conheça outros dados em nosso release.

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SERVIÇO DO SEMINÁRIO:

FÓRUM NACIONAL DAS CENTRAIS SINDICAIS EM SAÚDE DO TRABALHADOR E TRABALHADORA

SEMINÁRIO 28 DE ABRIL – DIA MUNDIAL EM MEMÓRIA AS VÍTIMAS DE ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO

DIA: 26 de Abril de 2018 – 5ª feira

LOCAL: Sede do DIEESE

ENDEREÇO: Rua Aurora, 957, São Paulo – SP.

08h00 – Recepção

09h00 – 09h30 Apresentação e abertura – Representações das Centrais

09h30 – 10h00 Tema: REFORMA TRABALHISTA, ACIDENTES, DOENÇAS DO TRABALHO E A CONVENÇÃO 161 DA OIT E A EMENDA CONSTITUCIONAL 95 E O DESMONTE DA SEGURIDADE SOCIAL NO BRASIL

PALESTRANTES:

José Fernando Ruiz Maturana – Representante da CODEMAT na PRT15

Francisco Funcia – Consultor Técnico da Comissão de Orçamento e Financiamento do CNS

leonor Poço – CONTRAF/CUT

Victor Gnecco Pagani – DIESSE – Os riscos da reforma (anti)trabalhista para a saúde da população – Apresentação

Moderadora: Gilda Almeida- FENAFAR- CTB

11h30 as 13h00 – debates e encerramento.

Isamar Escalona
Responsable de los Programas de Economía Informal y Salud Laboral
CSA – Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas
isamar.escalona@csa-csi.org
Rua Formosa, 367 – 4º andar, cj 450 – Centro
CEP 01049-000
São Paulo / SP – Brasil
Tel. (55 11) 2104-0750
Fax. (55 11) 2104-0751
directo: (55 11) 2104-0773
skype: isamaresc

Joint Statement of BWI affiliates in Turkey on Workers’ Memorial Day “Unions Make Work Safer”

28 April 2018, Ankara

Joint Statement of BWI Affiliates in Turkey On World Day for Safety and Health at Work “Unions Make Work Safer”

Dear Colleagues,

Today on April 28 which is observed as “the day to remember those who have been killed and injured at work” since 1984 and which is declared by ILO as the “World Day for Safety and Health at Work” in 2001, we commemorate workers who have been killed, injured or suffered illness due to workplace related hazards and incidents, we call public attention at national and international level to the death of workers and we advocate healthy, safe and decent jobs for the remaining who work for their bread.

Making studies to solve OHS relating problems, to develop health and safety measures in order to prevent worker deaths, criticizing the policies and practices, demanding the right to health and safety are among the mains tasks of our unions. While we as the unions contribute effectively to the field of OHS, we strongly remind the social partners about their duties and responsibilities, we demand what needs to be done in this area and we inform the public:

  •  As is also understood from ILO Safety Report, accidents at work and occupational diseases are not a “fate”. In order not to lead to new deaths, the mentality on occupational health and safety should be changed and the principle of “human first, workers’ safety first” should be adopted.
  • In order to ensure that the legislation of occupational health and safety is fully respected and the legal basis is fully achieved, national legislation should be introduced in accordance with the spirit of the ILO Conventions relating to this field.
  • All barriers to unionization and right to organize should be removed.
  • The subcontracting should be terminated.
  • The OHS Committees established in the workplaces should be organized as democratic structures and should be equipped with sanction power.
  • The number of labor inspectors should be increased and workplace inspections should be effective.
  • The OHS officials and occupational physicians should perform their duties in an ethical frame and with professional independence.
  • Efforts should be made to establish safety awareness and security culture in every part of the society.
  • The number of hospitals or clinics on occupational diseases should be increased; studies for the detection of occupational diseases should be made.
  • The objectives in the Policy Paper 2014 – 2018, adopted at the National Occupational Health and Safety Council, should be reached.
  • Given the fact that job security and occupational health and safety are complement to each other, all employees should be covered by the social security umbrella. Uninsured and nonunion employment should be prevented; informal economy should be taken under record.
  • Measures to be taken with regard to the OHS are not an additional cost but should be considered as applications that reduce accidents, prevent deaths, raise productivity and increase the competitiveness of products.
  • Today, in more than 30 countries, “April 28” was adopted as an official day of remembrance and mourning. Also in many countries, campaigns are being held to that end. We, as the affiliates of BWI from Turkey, demand April 28 to be officially recognized and announced as the day of mourning and remembrance of workers who lost their lives due to accidents or occupational diseases.

As YOL-İŞi, AĞAÇ-İŞii, ORMAN-İŞiii and TARIM ORMAN-İŞiv, the affiliates of Building and Wood Workers’ International (BWI) from Turkey, we publicly announce with the responsibility and consciousness of representing tens of thousands of workers that we are ready to contribute to the healing work in the field of occupational health and safety which is a problematic area in our country and we will continue our struggle against workers’ deaths.

In solidarity,
Ramazan Ağar, President, YOL-İŞ
Mürsel Taşçı,  President, AĞAÇ-İŞ
Baki Yüksel, President, ORMAN-İŞ
Şükrü Durmuş, President, TARIM ORMAN-İŞ

Norway: Union federation LO organises a conference on whistleblowing, young workers and work and health

Landsorganisasjonen i Norge/Norwegian Confederation of Trade Unions, together with the Workers’ Educational Association of Norway (AOF),  arranged an International Workers’ Memorial Day conference on 26 April with approximately 140 participants. The themes were whistleblowing, young workers, work and health in Norway and  criminal actors related to working life. There was also material in the lobby on the campaign initiated by the European Agency for Safety and Health at Work on chemical substances at the workplace and on working  time and health and occupational health services.

Wenche Irene Thomsen
Rådgiver i HMS-politikk/Adviser OSH-policy
Landsorganisasjonen i Norge/Norwegian Confederation of Trade Unions
Torggata 12, 0181 Oslo
wenche.thomsen@lo.no
www.lo.no

Latin American: 28 de abril: Organizarnos y sindicalizarnos ¡¡¡Por un presente y futuro de trabajos sanos y seguros!!!

Desde el año 1969 el movimiento sindical internacional, cada 28 de abril decidió denunciar y protestar por todas las situaciones que ponen en riesgo la seguridad y la vida de trabajadoras/es y la discusión de las implicaciones del futuro del trabajo no están fuera de este contexto.

People and Technologyat its best

Desde hace un par de años en el ámbito laboral internacional se viene discutiendo sobre el futuro del trabajo a partir de los cambios incorporados en la última década y a propósito del centenario de la Organización Internacional del Trabajo (OIT) en 2019. Desde el año 1969 el movimiento sindical internacional, cada 28 de abril decidió denunciar y protestar por todas las situaciones que ponen en riesgo la seguridad y la vida de trabajadoras/es y la discusión de las implicaciones del futuro del trabajo no están fuera de este contexto.

Estos cambios en el mundo del trabajo ya están impactando negativamente no sólo en la forma de organización del trabajo sino también en las condiciones en las que se realiza: en la región casi un 50% de informalidad laboral que implica trabajos sin derechos, sin protección; en 5 países de las Américas operan alrededor de 25 multinacionales con una plantilla de 4 millones de personas y una mano de obra oculta de 70 millones de personas, trabajos invisibilizados en las Cadenas Globales de Producción, invisibilizado también las condiciones de trabajo sanas y seguras, como derecho humano, al imposibilitar el derecho a organizarse sindicalmente y negociar colectivamente.

Adicional a ello, en el último año en la región se registraron varios procesos de reformas en las legislaciones nacionales, que significaron retrocesos importantes en los derechos laborales y sociales conquistados (horas de trabajo, estabilidad laboral, seguridad social) siendo en Brasil uno de los países donde estas reformas son altamente preocupantes, por ser Brasil la principal economía de la región y ser hoy el laboratorio de las más agresivas y reaccionarias reformas anti laborales en América Latina, sirviendo incluso de “inspiración” a otros gobiernos y empresarios de la región:

  • Aprobación de la Enmienda Constitucional 95/2016 (PEC do teto dos gastos públicos) que altera el régimen fiscal, congelando los gastos sociales por los próximos 20 años.
  • Aprobación de la Ley 13.429/2017 que legaliza la tercerización irrestricta en Brasil.
  • Aprobación de Reforma a la Ley del Trabajo (6787/16 ) que altera en más de 100 puntos la anterior legislación expresada en la Consolidación de Leyes del Trabajo (Consolidação das Leis do Trabalho), institucionalizando de forma radical y sin precedentes la precarización de las relaciones laborales individuales y el debilitamiento de la organización y acción sindical, considerada un retroceso en más de 100 años de conquistas sindicales en Brasil.
  • En espera de aprobación está el proyecto de reforma del sistema de previsión social comprende ajustes paramétricos que llevan a un proceso paulatino de privatización, contrario a los principios de la seguridad social, beneficiando directamente al sistema financiero dificultando el acceso a trabajadoras/es del campo y la ciudad.

Todo este contexto es caldo de cultivo para el aumento de las situaciones insanas e inseguras en los lugares del trabajo, que con seguridad incrementarán las ya alarmantes y preocupantes cifras (aun si contar con registros) de mortalidad, accidentabilidad y morbilidad laboral. Según la OIT, el año 2017 las estimaciones sobre el impacto de los daños producidos por el trabajo indican más de 240.000 muertes anuales y alrededor de 30.000.000 de accidentes de trabajo, cifras estimativas ya que los sistemas oficiales de notificación y registro, cuando existen, son muy deficientes.

Víctor Báez, Secretario General de la CSA, destaca que “las diversas situaciones asociadas a accidentes, muertes y a enfermedades en el trabajo son consecuencia de ese modelo de desarrollo económico perverso y concentrador de riquezas que prevalece en nuestros países contrario a la lógica del Desarrollo sustentable como lo dice la PLADA (Plataforma de Desarrollo de las Américas), elaborada por la CSA con otros movimientos sociales que coloca como eje central del desarrollo el Trabajo Decente, sano y seguro”.

Ante ese escenario, la CSA llama al movimiento sindical a colocarse con más fuerza, unido y articulado, como una alternativa de organización de la clase trabajadora,

  • A defender y garantizar el derecho de todo/a trabajador/a a organizarse en sindicatos independiente del lugar donde trabaje, organizarse en torno a la salud laboral es una de las formas que tenemos para avanzar en la garantía de una gama completa de derechos.
  • A reforzar la negociación colectiva como derecho fundamental, como mecanismo básico de distribución de la riqueza socialmente generada y también como herramienta de la clase trabajadora para la defensa de lugares de trabajo sanos y seguros para todas las personas, independientemente de su relación de dependencia.
  • Defender el reconocimiento de la protección social como derecho humano.
  • Rechazar el abordaje economicista utilizado por las IFIs para solucionar el déficit fiscal a través del corte en los gastos sociales, promoviendo reformas regresivas con terribles impactos para la población. Promover alternativas, como reformas fiscales progresivas que posibiliten la financiación de sistemas de protección social universales, integrales y públicos.
  • A visibilizar y denunciar todas las condiciones inseguras e insanas de los lugares de trabajo, incluyendo las situaciones de violencia: como negación a la organización sindical, de acoso, discriminación en todas sus formas, entre otras.
  • A continuar luchando frente al aumento del poder empresarial y de las corporaciones que ponen en declive los derechos de la/os trabajadoras/es, por ello la lucha por un Tratado Vinculante de Empresas y Derechos Humanos se hace cada vez más necesario.
  • A evidenciar en la 107° Conferencia de la OIT, en el marco de la discusión sobre Violencia y Acoso en el lugar de trabajo, que las situaciones anteriormente expuestas, así como el incremento en la intensidad y ritmos de trabajo, el aumento de las exigencias emocionales o la renuncia a ejercer derechos por miedo a perder el empleo también son situaciones de Violencia y acoso en el lugar de trabajo, que ponen en riesgo el presente y el futuro del trabajo.
  • Articular acciones de combate al trabajo infantil en todas sus formas y a sus causas para mejorar la seguridad y la salud de los trabajadores jóvenes y reforzar los esfuerzos para prevenir y erradicar todas las formas de trabajo infantil, incluyendo el trabajo infantil peligroso, desde un enfoque integral ligado a la promoción de un modelo de desarrollo sustentable con justicia social.

Accese aquí al Documento completo de la CSA sobre: “El futuro del trabajo y las implicaciones para la salud de las/os trabajadoras/es”

http://csa-csi.org/NormalMultiItem.asp?pageid=12308 

Global: 28 de abril – Jornada Internacional de Conmemoración-CSI

El 28 de abril, Jornada Internacional de Conmemoración de los Trabajadores Fallecidos y Lesionados, los distintos eventos sindicales que tendrán lugar en todo el mundo pondrán de relieve el papel vital que tienen los sindicatos a la hora de proteger a los trabajadores y trabajadoras frente a enfermedades y accidentes relacionados con el trabajo.

Más de 2,5 millones de trabajadores perdieron la vida en 2017 como consecuencia de lesiones y enfermedades vinculadas al lugar de trabajo, sin contar las numerosas muertes no registradas.

“En todo el mundo, unas malas condiciones de trabajo ocasionan la muerte de un trabajador cada 11 segundos. Todas estas muertes son evitables, y sin embargo la cifra sigue incrementándose. Los sindicatos y unas leyes efectivas y que tengan el debido cumplimiento, proporcionan una protección vital a los trabajadores y trabajadoras, pero con el debilitamiento de la legislación laboral y del derecho de sindicalización en todas las regiones del mundo, no es de extrañar que la cifra de muertes sea tan elevada. Es por ello que los sindicatos mundiales están lanzando una urgente y renovada campaña de organización, reclamando seguridad, justicia y responsabilidad”, indicó la Secretaria General de la CSI, Sharan Burrow.

Este año, los sindicatos se centrarán en el flagelo del cáncer profesional, responsable de una elevada proporción de los 2,4 millones de muertes como consecuencia de enfermedades laborales cada año. Más del 10 por ciento de los casos de cáncer son el resultado de una exposición a riesgos en el lugar de trabajo.
“El cáncer profesional es tremendamente mortífero, y cuando no se permite a los trabajadores organizarse y los gobiernos fracasan a la hora de regular eficazmente y garantizar el cumplimiento de las normas, los riesgos se disparan. Abundan los ejemplos, como el caso de Samsung en Corea, que utilizó el pretexto de ‘secretos comerciales’ para ocultar la toxicidad de los productos químicos que los trabajadores en la línea de producción están obligados a manipular”, indicó Burrow.

El movimiento sindical reclama además que se reconozca que las normas sobre salud y seguridad en el trabajo forman parte de los principios y derechos fundamentales en el trabajo de la Organización Internacional del Trabajo, junto con las normas fundamentales relativas al trabajo forzoso, el trabajo infantil, la discriminación en el trabajo, y la libertad sindical y el derecho de negociación colectiva.

Para más información, véase : http://28april.org/

Pour de plus amples informations, veuillez contacter le département de la presse de la CSI par téléphone : +32 2 224 03 52 ou par courriel : press@ituc-csi.org

https://www.ituc-csi.org/28-de-abril-jornada-internacional

Global: 28 avril – Journée internationale de commémoration des travailleuses et des travailleurs, CSI

Le 28 avril, Journée internationale de commémoration des travailleuses et travailleurs morts ou blessés au travail, des événements seront organisés dans le monde entier pour souligner le rôle vital joué par les syndicats en vue de protéger les travailleurs contre les accidents du travail et maladies professionnelles.

Plus de 2,5 millions de travailleurs ont trouvé la mort en 2017 en raison de blessures sur leur lieu de travail ou de maladies professionnelles, et l’on sait que de nombreux décès liés au travail ne sont pas enregistrés.

« Les piètres conditions de travail tuent à l’échelle mondiale un travailleur toutes les 11 secondes. Toutes ces morts sont évitables, et pourtant leur nombre augmente. Les syndicats, et des lois efficaces et réellement mises en œuvre, fournissent une protection vitale aux travailleurs. Mais avec l’affaiblissement de la législation du travail et l’attaque à la liberté syndicale dans toutes les régions monde, il n’est pas surprenant que le nombre de décès liés au travail soit si élevé. C’est la raison pour laquelle les syndicats mondiaux organisent actuellement vigoureusement une campagne urgente en vue d’exiger sécurité, justice et responsabilisation », a dit Sharan Burrow, Secrétaire générale de la CSI.

Cette année, les syndicats vont en outre se concentrer sur le fléau des cancers professionnels, auxquels est due une grande partie des 2,4 millions de morts liées aux maladies professionnelles tous les ans. Plus de 10 % des cancers résultent d’une exposition à des substances dangereuses sur le lieu de travail.

« Le cancer provoqué par le travail est un fléau meurtrier ; or, là où les travailleurs n’ont pas le droit de s’organiser et où les pouvoirs publics ne réglementent pas efficacement et n’assurent pas la mise en œuvre, les risques montent en flèche. Les exemples du type Samsung en Corée sont trop nombreux : cette société invoquait le « secret commercial » pour camoufler la toxicité des produits chimiques que les ouvriers de la chaîne de production devaient utiliser », a dit Burrow.

Le mouvement syndical appelle également à une reconnaissance de la santé et la sécurité sur le lieu de travail comme étant un des Principes et droits fondamentaux au travail de l’Organisation internationale du travail, au même titre que les normes existantes en matière de travail forcé, travail des enfants et discrimination au travail, et que la liberté syndicale et le droit de négociation collective.

Pour plus d’information, voir : http://28april.org/

Pour de plus amples informations, veuillez contacter le département de la presse de la CSI par téléphone : +32 2 224 03 52 ou par courriel : press@ituc-csi.org

https://www.ituc-csi.org/28-avril-journee-internationale-de

 

 

 

Global: April 28 – International Workers’ Memorial Day, ITUC

On 28 April, International Commemoration Day for Dead and Injured Workers, trade union events around the world will underline the vital role that unions play in protecting workers from work-related accidents and disease. More than 2.5 million workers lost their lives to workplace injuries and illness in 2017, with many more deaths going unrecorded.

“Worldwide, poor working conditions kill a worker every 11 seconds. All these deaths are avoidable, yet the body count is increasing. Unions, and laws which are effective and enforced, provide vital protection to workers, and with labour laws being weakened and workers’ right to organise being undermined in every region of the world, it is little surprise that the death toll is so high. That is why global unions are launching a reinvigorated and urgent organising campaign to demand safety, justice and accountability,” said ITUC General Secretary Sharan Burrow.

This year, unions will also be focusing on the scourge of occupational cancer, which is responsible for a large proportion of the 2.4 million deaths due to occupational disease annually. More than 10 per cent of cancer cases are a result of workplace exposure to hazards.

“Cancer caused by work is a major killer, and where workers are not allowed to organise and governments fail to regulate effectively and ensure compliance, the risks skyrocket. There are too many examples like the case of Samsung in Korea, which has used ‘trade secrets’ as a way to hide the toxicity of chemicals which production line workers have to use,” said Burrow.

The union movement is also calling for occupational health and safety to be recognised as one of the Fundamental Principles and Rights at Work of the International Labour Organization, alongside existing fundamental standards on forced labour, child labour, discrimination at work and freedom of association and the right to collectively bargain.

For more information, see: http://28april.org/

News release

Actividad en la Argentina por el 28 de abril

PROPUESTA PARA EL CONGRESO DEL 28 DE ABRIL DE LA C. T. A. Autónoma sobre la propuesta de rechazo a la NORMA ISO 45001 sobre seguridad y salud

La necesidad de hablar de la salud de los trabajadores y como se pueden llegar a cambiar las reglas O DIRECTRICES QUE PROPONE EL CONVENIO 151 DE LA OIT. A partir de la votación favorable de la NORMA ISO 45001 sobre la seguridad y la salud en el trabajo.

HISTORIA:

El proceso se inició por el 2010 cuando la entidad privada que que se encarga de estandarizar normas de calidad a nivel mundial decide y desarrolla una NORMA DE GESTION SOBRE RIESGOS OCUPACIONALES. Frente a la norma británica OHSAS 18001 que rige desde 1959. Hay que mencionar también que desde el 2001 la OIT desarrollo y emitió las DIRECTRICES SOBRE GESTION Y PREVENCION DE LA SEGURIDAD Y LA SALUD EN EL TRABAJO. En el 2013 en la ciudad de Londres se escribe el primer borrador ya que la OIT acepta desarrollar en conjunto un primer borrador ya que iba a estar basado en las OHSAS 18001. Sin embargo al intentar durante 2014 buscar consensuar un texto se dispusieron 18.000 enmiendas al texto. En el 2015 se pasa a la primer votación y no logra consenso para transformarse en una norma que se eleve como definitiva.

Queremos dejar claro que ISO es una entidad PRIVADA.

Lo grave que ha ocurrido durante 2016 al 2017 fue que la norma ISO 45001 llego a conseguir los votos suficientes para convertirse en una posibilidad cierta de que reemplace siendo solo un sistema de gestión a la normativa legal vigente en materia de seguridad y salud en el trabajo.

En marzo del 2018 se aprobó la redacción definitiva de la norma 45001.

La lógica de las CORPORACIONES con la relación empresa-cliente por sobre la legislación de los ESTADOS donde lo que se legisla son DERECHOS para los CIUDADANOS.

Vamos a señalar los problemas que tiene esta NORMA ISO 45001 y porque hay que rechazarla por parte de los trabajadores y luchar para que no se imponga en nuestro país.

La definición de RIESGO LABORAL presenta el primer problema ya que el texto tiene graves carencias que lo ponen muy lejos de las NORMAS NACIONALES en materia de SALUD LABORAL. Asimismo reafirmamos que la SALUD DE LOS TRABAJADORES es un DERECHO que los empresarios tienen la obligación de proteger, por lo que la organización del trabajo debe tener ese fin. La norma 45001 esta pensada desde una relación entre empresa y cliente. Las relaciones laborales no tienen cliente sino que hay TRABAJADORES CON DERECHO.

Otro problema que tiene la norma es la definición del lugar de trabajo que lo cambia y ahora lo asocia a un lugar físico, edificio, taller o fábrica frente a la definición actual que es asociar el LUGAR DE TRABAJO a donde se encuentre el trabajador realizando una tarea.

Otra polémica es a que personas se les puede aplicar la norma de gestión pues aquí no hay cliente, ciudadano o vecino. En prevención hay TRABAJADORES Y TRABAJADORAS.

En SALUD LABORAL hay una empresa como obligada legal y un trabajador o trabajadora con un DERECHO A UNA PROTECCION EFICAZ.

Estas observaciones tienen que ver con la necesidad de mantener bien claro la participación de los trabajadores y trabajadoras y sus representantes que son los/las únicos/as que pueden garantizar en materia de prevención el principal argumento para una eficaz seguridad y salud en el trabajo.

Por último el concepto de ENFERMEDAD relacionada con el trabajo también entran en una confusión. Todos los proyectos no dejan claro lo que es una ENFERMEDAD PROFESIONAL, confundiendo ENFERMEDAD Y ACCIDENTE. Haciendo que la norma sea casi inaplicable. Esto pensado para la gran empresa con un gran centro de trabajo físico tipo fábrica u oficina y que no sirve para las PYMES.

En definitiva la necesidad de mantener un mecanismo legislativo que asegure que las autoridades públicas van a velar por los derechos de los trabajadores/trabajadoras en materia de SALUD LABORAL. Un concepto muy alejado del que plantea la NORMA ISO 45001 y cualquier otra norma de gestión que se trata tan solo de un proceso de acreditación voluntaria que adopta la empresa.

La SALUD Y LA SEGURIDAD EN EL TRABAJO NO PUEDE SER REDUCIDA A UN MERO SISTEMA DE GESTION.

Para terminar hay que ser claro en el RECHAZO ya que si se intenta imponer a través del MERCOSUR nos encontraríamos con una aplicación de una NORMA que no se ajusta a la ley de cada uno de nuestros paises.

CONSIGNAS:

LA VIDA EN EL TRABAJO COLN SALUD, FISICA Y MENTAL EN FORMA NATURAL.

O

LA MUERTE EN EL EMPLEO QUE ENFERMA A TRAVÉS DE UN SISTEMA DE GESTIÓN QUE GARANTICE EL LUCRO PARA HACER SOLO NEGOCIOS.

PROF. MARCELO FISCINA

SECRETARIO DE SALUD LABORAL DE LA C.T.A Capital

Scotland: Michael’s Story – Told by his sister Louise

On International Workers’ Memorial Day 2018  #IWMD18 watch Michael’s story as told by his sister Louise to understand how workers are killed by negligent employers and how we must stop this.

Michael’s Story – Told by his sister Louise from Louise Taggart on Vimeo.